Por que ter um blog sobre dança do ventre?

A discussão começou no Facebook de uma amiga. A “constatação” era de que a maior parte dos blogs de dança do ventre apresentava assuntos superficiais. Discutia-se, por exemplo, o posicionamento “alienado” de parte das bailarinas e o uso do blog exclusivamente como ferramenta de marketing pessoal.

Daí fiquei pensando, afinal, porque escrevemos blogs com a temática da dança do ventre?

Não dá para generalizar. Não sei o que e passa no coração das pessoas, mas posso e devo fazer uma autoreflexão: a serviço de quê tenho colocado meu blog?

Me lembro de ter tido nesse espaço, algumas situações interessantes que me levaram a mudar algumas abordagens que eu tinha usualmente por aqui.

O primeiro episódio que me vem a mente foi a repercussão local que teve uma crítica que fiz aqui no blog, sobre a conduta de um determinado público de dança.

Fui taxada de desagregadora, falaram mal de mim pelas costas, acusaram que eu estava escrevendo a serviço de outros. Apenas uma pessoa, que se sentiu diretamente envolvida, teve a coragem de me ligar e de me dizer o que pensava. Mas a fofoquinha nos corredores e as indiretas de pessoas sem coragem de ter um papo adulto, me entristeceu e tomei como resolução deixar de fazer críticas sobre o universo bellydance Bahia abertamente aqui no blog.

Isso, lógico, mudou a minha relação com o blog que, até então, deveria estar a serviço de uma relação de construção crítica sobre a dança do ventre na Bahia.

Se antes, além das críticas, eu fazia um serviço de valorização das bailarinas e eventos locais, isso deixou de existir. Porque, se sou acolhida apenas quando elogio, prefiro deixar de fazê-lo. Sem hipocrisias porque não preciso delas para pagar minhas contas.

O segundo episódio foi quando postei um vídeo da Randa onde ela, literalmente, virava intencionalmente a bunda para o público durante a execução de uma dança. Postei como uma crítica. Achei aquilo ridículo, apelativo, vulgar e completamente sem necessidade. Uma bailarina como a Randa não precisa passar por isso.

Obviamente, as bailarinas se uniram em repúdio, mas aí, a Daiane Ribeiro me deu um puxão de orelha: será essa a imagem da dança do ventre que a gente quer passar? O que ganhamos com isso, enquanto divulgadoras de uma arte já tão marginalizada como a nossa?

Puxão de orelha bem-vindo. Me fez refletir, novamente, a serviço de quê eu queria colocar esse blog. Mas a confusão já estava armada na minha cabeça.

De lá pra cá venho pensando no tom que devo dar aos posts.

Não dá apenas para dizer que a dança do ventre é linda quando estouram por aí coisas completamente sem sentido, esdrúxulas e que merecem meu nariz torto. Não dá para colocar fru-fru eternamente, dizer que a dança do ventre é mágica e liberta o feminino adormecido quando estamos enjauladas num padrão de dança ditada por uma casa coordenada por um homem que, como todo ser humano, está sujeito as suas próprias limitações.

Também não tenho a intenção de tornar esse espaço um blog “educativo” com posts sobre “você sabe o que é a dança do candelabro?” e blá-blá-blá porque isso já tem de sobra e a maior parte do público que dança já tá cansado de saber. Isso, na minha opinião, não agrega valor, não cria senso crítico, nem abre portas para a dança do ventre no mercado.

Penso que também não faz sentido ter um blog apenas para compartilhar minhas experiências e impressões pessoais com a dança. Aliás, preciso registrar que adoro fazê-las. Cresci muito nos últimos anos com os feedbacks recebidos e pude estabelecer laços com pessoas que pouco tive contato ao vivo (ou nenhum).

Outra coisa que não entra na minha cabeça é ter um blog apenas para fazer autodivulgação. Sim, eu posto ocasionalmente coisas nessa linha, mas esse não é meu objetivo principal.

Mas, afinal,  a serviço de quê está o (An)Danças?

Talvez vocês possam falar sobre isso melhor do que eu, mas, exercitando a reflexão em andamento, percebo que escrevo numa tentativa de apurar e expor meu senso crítico referente à arte da dança do ventre.

Ainda quando posto apenas um vídeo, tento trazer o que há de valorativo e diferente naquela leitura, naquela forma de expressão.

Não consegui deixar a crítica de lado. Sou um ser crítico, sou ranheta e rabugenta. Faço perguntas demais. Questiono tudo. Sou o número 5 na numerologia – sou naturalmente rebelde.

Exponho no blog meus receios em relação a minha dança, minhas dificuldades e até os vídeos das minhas performances que eu não gosto. A troca de quem participa sempre me acrescenta em alguma coisa, seja uma dica, seja um incentivo.

Também exponho minhas opiniões e gostos pessoais, mas hoje, pelo bem da minha saúde emocional, evito falar abertamente quando não gosto de algo. Principalmente sobre as “estrelas” nacionais.

Tenho momentos de tiete, compartilho dicas, experiências, músicas e sentimentos.

Não tenho a intenção de academizar a dança do ventre, nem o blog. A escrita é informal. Não me vejo trazendo conteúdos dos meus estudos de psicomotricidade ou dançaterapia, por exemplo. Pra mim, eles não cabem no (an)Danças.

O (an)Danças me parece, acima de tudo, cumprir a missão de compartilhar as boas e más experiências e momentos daquilo que vejo e vivencio na nossa arte.

O difícil mesmo é fazer isso sem expor determinadas colocações que vão acabar por desagradar alguém.

Tenho feito um exercício muito grande para escrever, futucar e questionar sem ferir, sem magoar e, principalmente, sem ficar tão exposta.

Como ainda não encontrei a medida certa, acabo falando muito de mim.

À primeira vista, pode parecer extremamente egocentrista, mas me tem feito crescer por demais! Nem tanto como bailarina, mas, principalmente, como esse ser crítico em constante mutação.

Aprendo muito com as pessoas que participam, por isso que valorizo os comentários, embora tenha que fazer moderação, já que ainda não chegamos num nível ideal de respeito ao próximo.

Não escrevo sobre o que não domino ou quando o faço, deixo clara a minha ignorância parcial ou total no assunto.

Enfim, estou feliz com esse blog, apesar de perceber as mudanças significativas que ele sofreu desde sua criação, principalmente quanto ao propósito principal.

Não é o melhor blog de dança do ventre na rede, nem tem a pretensão de ser. Também não fala sobre generalidades desprovidas de sentido. Traz a minha cara estampada: que não é bonita, nem feia, mas é a minha cara.

Convido vocês, amigas blogueiras, a também pensar sobre o assunto. E, se possível, palpitar sobre essa reflexão aqui.

Um abraço grande!

Sobre lorymoreira

Baiana, blogueira e apaixonada por música e dança árabe!
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16 respostas para Por que ter um blog sobre dança do ventre?

  1. Magalosa disse:

    Não entendo nada de dança do ventre. Só sei sentir se é bonito, feio ou vulgar, mas acho seu posicionamento legal.
    Continue assim.
    Bj

  2. Hanna Aisha disse:

    Oi, Lory

    váaarias coisas:

    Não vejo problema nenhum em fazer posts sobre modalidades de DV, a maioria das nossas seguidoras são alunas e elas estão em intenso aprendizado. Ler sobre o que outra profissional escreve enriquece.

    Sobre as críticas, apesar de às vezes não conseguir segurar minha língua, não faço mais, no meu blog então, quase não há isso porque a única vez que questionei seriamente alguém na net, deu problema.

    É importante fazer autodivulgação, pq não? Mas concordo que fica beeeeem chato quando isso se torna uma constante em um blog… vai montar um site!

    Dividir impressões, dúvidas, vitórias? Claaaaaaro, as bailarinas-deusas já têm seu lugar no Olimpo. Nós, reles mortais, dividimos problemas que dizem respeito ao nosso próprio crescimento.

    Logo, bonita, acho que um blog de DV é uma mistura disso tudo.

    A minha única antipatia no blog é: não bato palma para o que eu não aprecio nem comento sobre tal.

    Relaxa, adoro seu blog. Tá no caminho certo, cheio de conteúdo.

    • lorymoreira disse:

      Então Hanna, também não vejo um problema em escrever sobre modalidades da dança. Mas acho que já tem gente demais fazendo isso e confesso que não vejo o que eu posso acrescentar a respeito. Por isso, opto em não fazê-lo.
      Obrigada pelo feedback.
      Beijocas.

  3. Vivi Amaral disse:

    Acho que vc deixou bem claro o que, no fundo, cada blogueira de DV sente. Escrevemos sobre DV pq antes de tudo somos envolvidas, vinculadas, amarradas emocionalmente com essa dança. Como iremos falar vai depender de quanto conhecimento temos dela.

    Um pedido… Desvincule do conceito de criticidade o sentido negativo, amada (rabugentice, ranhetice). Ser crítico é ser consciente, é ter discernimento. Sua crítica – que é a sua análise fundamentada nas coisas que vc viveu, estudou, refletiu – não precisa ser acompanhada dos outros dois adjetivos, rs… Independente se discordo ou concordo com vc, suas pontuações são pertinentes, e a depender da forma como vc as coloca, chega a ser muito bem humorada.

    A escrita que apaixona o leitor é aquela que vem fundamentada nas vivências do mesmo. Assim como vc faz.

    Siga em frente.:)

    bj

  4. Marcela Castro disse:

    Lory, cá estou eu novamente aqui (acho q isso ficou redundante) pra dizer mais uma vez que desde que te conheci no Multiply e depois segui seu blog…eu virei sua fã. Exatamente por esse seu lado crítico e corajoso (pq pra fazer críticas de certas bailarinas realmente precisa ter coragem). Desde o início desse blog eu tenho lido todas as suas postagens inclusive sobre a “bendita platéia” e imagino o que vc deve ter passado por postar sobre o assunto. Mas é engraçado como agente só cresce com as adversidades da vida pois, se eu não tivesse passado (recentemente) por um episódio onde escrevi uma coisa em um email e recebi um tapão de volta, eu iria ler seu post e não faria o menor sentido pra mim. Porém, depois dessa experiência consigo entender perfeitamente o que vc passa quando pensa em fazer uma crítica (pois, por mais que vc esteja bem intencionada com certeza o que vc escrever poderá soar de forma difente para outras pessoas e principalmente para as pessoas que estão sendo criticadas ou para suas fãs). Mas estou eu aqui pra de tar um feedback, e dizer que adoro suas críticas pq me fazem pensar…adoro quando vc posta sobre vídeos e faz uma análise detalhada sobre o estilo da dançarina e o melhor de tudo que vc disponibiliza a música e a letra quando pode. Adorei tbm no início do seu blog quando vc indicou algumas bailarinas aqui de SSA inclusive graças à esses posts eu fiquei curiosa e intrigada para conhecer e fazer aulas com Lis de Castro, e hj sou aluna, admiradora e fã do trabalho dessa “loura arretada”.
    Enfim, espero que vc consiga encontrar “o tempero certo” para fazer as suas análises e críticas sobre os assuntos que queira, sem ofender ninguém…ou pelo menos ofender um pouco pois, o pior é que ninguém gosta de ser criticado.
    Bjsssssss da sua fã incondicional…

  5. Elaine disse:

    Muito produtiva esta sua reflexão, Lory. Viajei junto de seu pensamento e peguei carona para refletir sobre o meu também.
    Lá pelo ano 1998, quando o (até então) weblog se popularizou, sua principal função era ser um “diário virtual”.
    Para as informações profissionais, por exemplo, sempre existiram os sites. Ocorre que as pessoas começaram a utilizar-se também dos blogs para esta finalidade visto que não precisariam registrar domínio nem se preocupar com a manutenção de um site que, para quem não domina o processo envolve custos com alguém para realizar tal tarefa.
    Algumas pessoas uniram as duas ideias, ter um domínio próprio e direcioná-lo para o blog (e foi o que eu fiz assim que deixei de trabalhar profissionalmente com a dança do ventre). Esta é uma solução bacana, mas ainda assim não tira o caráter de diário virtual do seu blog que “nasceu” para isso.
    Cada macaco no seu galho, o blog deve seguir seu propósito e o site idem.
    Eu considero o blog uma ferramenta que te possibilita divulgar na internet suas ideias, o que você vivenciou, o que pensou sobre algo (restrita ou irrestritamente, depende do propósito). Exatamente essa mistura toda que você citou em sua reflexão.
    O meu processo com a escrita é profundamente egoísta. Eu normalmente escrevo para mim, com a intenção de coordenar minhas ideias, de concluir alguma coisa confusa na mente ou colocar uma indignação para fora, ou ainda, compartilhar uma alegria que eu sinto transbordar.
    Não vejo no blog a obrigação de postagem com determinada regularidade, acho que a gente deve escrever quando tem algo a dizer, seja crítica, seja elogio, seja devaneio…
    Meus blogs são para mim uma válvula de escape, é por ande sai a pressão que as palavras e as ideias fazem na minha mente.
    O que eu gosto no seu blog é que eu te sinto presente nos textos, por mais que você tente dosar as palavras e informações para o bem da sua “saúde emocional” (como eu também tento fazer hoje em dia), é você quem está ali, é a sua opinião, a sua personalidade. Isto me aproxima de você mesmo distante muitos quilômetros.
    Eu sei que se posicionar gera polêmica, é mais fácil ficar em cima do muro e “de bem” com todo mundo. Tem uma frase da Angelina Jolie que eu adoro e diz assim: “Existem alguns riscos que são dignos de se correr, porém o medo de risco é indesculpável. Você tem que defender aquilo em que acredita!” Eu concordo plenamente!

  6. Oi, Lory! Parabéns pelo post. Achei sua abordagem muito legal e saiba que seu blog está cada vez mais fantástico, acho que atingiste, com estas reflexões, um nível muito superior sobre diversidade do que se oferece em informação de dança do ventre (concordando com Shaide). Acho necessário teu posicionamento, que além de tudo, contribui de forma bem educativa. Assim como o da Vivi e as outras meninas que conhecemos e sabemos que tem um diferencial altamente construtivo. Sem falar que é sempre gostoso de ler.

    Como antes já conversamos sobre a questão da crítica e seu conteúdo, vou falar para quem não acompanhou minha opinião ainda: acho fundamental defender nossa posição, como estou a fazer agora e como cita Elaine (adorei sua dança, viu?) e o que quero dizer é que o que faz a diferença entre os blogs é justamente a maneira com que se coloca tal discurso.
    Por que mostrar atitude e descer a lenha é a coisa mais fácil que tem e é a forma mais primitiva de gerar assunto que dure, qualquer um tem uma opinião ferrenha sobre algo, até mesmo sem ter conhecimento algum. E em cima do muro também não dá pra ficar!
    O difícil é reconhecer o quanto temos o poder de transformar nossa crítica em educação e também reconhecer que somos influentes como agentes formadores de opinião pública (mesmo que na restrita cultura da dança). Afinal, quem nos lê?
    Eu mal sei quem, e poucos assinam os comentários, mas as vezes me surpreendo ao descobrir que gente que nunca vi acompanha.

    Então, muito mais bacana do que colocar aquelas informações recorrentes (a dança do candelabro é …) ou chegar chegando, é falar da nossa experiência, nosso pensamento e nossa opinião sim, mas pensando com carinho em quem está do outro lado e como esta pessoa vai criar um conceito interessante sobre nossa arte.
    Comparando, tem gente que diz: “noosssa, como tu engordou!”, enquanto tem outras que te dão dicas muito mais legais de ouvir e aprender sobre emagrecimento, sem agredir tanto e funcionando melhor. O que você prefere? Eu prefiro aprender umas receitas legais, pois gordinha eu sei que estou, hehe!!! Bater de frente sempre assusta, mas não produz tanto e traumatiza.

    Creio que todas estamos seguindo um bom caminho, sempre que colocarmos em primeiro lugar o espírito público! Bem que os políticos podiam tentar, né? Afinal essa palavra vem muito deles, Rsrsrs!!!
    Um beijão a todas!!!

  7. Nat disse:

    Oi Lory,
    Ô mulher prolixa, rs. Amo isso e tambem não me contento com escrever só um pouco. Quero tudo muito… Sobre teu blog, é assim – eu venho, leio sempre e não é porque eu queira me informar acadêmicamente sobre a dança do ventre (apesar de já ter aprendido e anotado um bocado de referências) ou śo porque eu quero babar seu ovo. Vir aqui, ler seu blog, além de me fazer encarar um ponto de vista interessante, articulado e significativamente emotivo, me tira essa sensação desesperadora que tenho às vezes de pensar que a coisa tá indo pro espaço, e que as ações vazias estão cada vez mais tomando conta desse nosso mundinho belly. Gosto dos teus textos. Acho relevantes, pertinentes, atuais, profundos e (ainda que não seja sua intenção) informativos. Agora, parei pra pensar porque é que eu tenho um blog. Bom, eu misturo de tudo um pouco. Eu quero ter um blog pra trocar este tipo de experiência, e ai tem uma coisa que eu discordo um pouco de você: eu adoro escrever um bocado sobre as coisas legais que eu aprendo ou tenho por aqui. Tambem divulgo minhas coisas, mas não tenho muita disciplina pra fazer disso a janela de divulgação do meu trabalho. A coisa é informal mesmo, como você disse. Minha escrita tenta ser o máximo de eu mesma. Apesar de eu ter que confessar que às vezes eu apago os parágrafos e volto a reescrever cheia de dedos, com medo de dizer algo dúbio. Ainda não tenho tua coragem, apesar de rabugentar um monte por lá. E tambem achei interessante outra coisa que disse: meu blog mudou muito. Já tentei que ele fosse algo mais sério, mais profissa, mas hoje em dia enxergo que não quero que ele deixe de ser o que é: um diário de dança. Tem outros mais completos, tem uns melhores, uns que eu nem entro porque não me chamam a atenção, mas estou cada vez mais convencido de que essa diversidade me fascina. E teu blog é mara. Tua aversão à superficialidade (sem querer bancar a intelectual-sabe-tudo) me encanta. E vi um comentário ali em cima que faz todo sentido: Rabugentar nem sempre é um defeito. Se bobear é isso que faz a gente não ter que engolir muito sapo… Sei lá.
    Beijoca.

  8. disse:

    Lory, seu blog tá na medida, não se preocupe, pelo menos não muito.
    O mais legal do seu espaço são suas opiniões.
    Se fosse pra encontrar uma visão imparcial e acadêmica da DV, a gente teria que partir pro estudo técnico puro. E não é bem isso que deixa a DV tão encantadora…
    A liberdade que a dança proporciona tem que ser respitada! E você sabe escrever sobre isso!!! Você tem conhecimento e discernimento suficientes pra isso.
    Seu blog tem que continuar pessoal, tem que continuar sendo baseado nas suas expeiências, porque essa é a graça.
    Eu nunca tive a pretenção de escrever sobre DV de forma didática, sinceramente. Eu faço um diário das impressões que tenho da vida e tudo que escreve me ajuda muito a elborar meus sentimentos pra depois eu expor tudo isso no palco. e Quando eu venho aqui ler o que você escreve, muita vezes eu tenho exatamente o contrário. O que é ótimo…
    Você escreve sobre tudo que a DV precisa pra ser equilibrada, profissional, amadurecida, artística.

    ADORO SEU BLOG!!!

    Beijos do interiorrrr

  9. lorymoreira disse:

    Meninas, bacana que a minha reflexão tenha gerado a possibilidade de vocês também pensarem em vocês enquanto autoras de seus blogs. Mais importante do que o número de seguidores e comentários, penso eu, é ter uma reflexão sobre aquilo que se faz. Obrigada pelo apoio, puxões de orelha, incentivos e demais fofurinhas. Vocês são umas fofas!

  10. Maíra Magno disse:

    eu sei pra que serve o seu blog, pra eu ter um lugar legal pra passar todo dia e ler um post inteligente
    nao pare nunca sou seu publico fiel, e se lembre ate jesus teve uma pessima reputação, quanto mais agente…

  11. samya disse:

    É isso aí, Maira bela.
    Lory, amamos seu blog, isso basta.

  12. Lucy Linck disse:

    Tô sempre aqui. E adoro!!!
    (An)danças de Lory faz parte do meu top five de blogs! :-D
    Beijos, amore!

  13. leygh alves disse:

    adorei sua perfomar seu blog muito criativo
    http://casa.doartesao.zip.net/

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