Sem humor eu nada seria – O Retorno

A princesa cor de ervilha

Ela é uma das princesas mais bem conceituadas daquela distante terra de Gororob. Vive num fabuloso castelo dourado em meio às estradas de barro da aldeia onde moram seus súditos e fiéis admiradores.

Todos na cidade reverenciam a sua extraordinária capacidade de dançar várias músicas do mesmo jeito. Afinal, como ela consegue não mudar nunca? Impressionados, os seus admiradores morreriam por ela, se fosse preciso.

O que ninguém da população de Gororob sabe é que a princesa, de noite, se transforma em uma sapa bem gorda, feia, cor de ervilha e que espalha o veneno de sua comprida língua por toda a cidade, inventando mentirinhas contra as damas da cidade que dançam discretamente nas suas casinhas de sapê…

Alguém aí quer passar uma roda de seu carro por cima de uma sapinha? Estamos aceitando candidatas!

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Sobre lorymoreira

Baiana, blogueira e apaixonada por música e dança árabe!
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7 respostas para Sem humor eu nada seria – O Retorno

  1. Vivi disse:

    Lory, eu confesso que de vez em quando eu tenho medo das suas historinhas….
    Fiquei até com nojo, imaginando uma sapa ‘cor-de-ervilha”. Ervilha de lata, né, aquele verde desbotado, cansado de guerra.
    Cruzes!

    • lorymoreira disse:

      Vivi, é cor de ervilha de lata mesmo, fia… feia desse jeito.
      Essa história tá meio trash mesmo. Tipo filminho classe B. Um horror!

  2. Karine Al Shams disse:

    Querida Lory

    Como não quero sujar meu carro, decidi por desviá-lo da sapa de língua comprida e ferina. Infelizmente, não posso impedi-la de seguir espalhando seu veneno por aí, mas o que me consola é que o fará bem longe de mim.

    Oportuníssimo texto! Obrigada mesmo. Já não me sinto só nessa ilha cercada por um brejo (bem) sujo …

    Beijos

  3. Daiane disse:

    Nossa. Estou ficando chocada. Será que alguém poderia esclarecer o que está acontecendo? Quem é tão ruim?

    • lorymoreira disse:

      Nada demais, nem de novo, baby. São paródias que retratam uma parte da vida real do universo bellydance. Uma forma de demonstrar o contexto sem perder o humor.

  4. Samara disse:

    Ixi, pelo jeito a coisa anda bem feia nas plagas soteropolitanas… Não que por aqui esteja melhor!
    Passar com uma patrola em cima da sapa. Vocês aí chamam de patrola também? Aquelas máquinas gigantes amarelas que tem nas obras? Então. Passar.

  5. Márcia Mignac disse:

    Lory sou sua fã. Apesar de concordar que sua história é bem trash, adorei!!!! Fiquei pensando se conhecia alguma sapinha. É incrível como sempre nos remetemos a algo… O bom é que através de metáforas podemos refletir muitas questões…
    Sugestão para o extermínio? Algumas do interior… costurar a boca da sapinha ou então usar durepox…. ohhhh que crueldade! beijinhos

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