Sobre sumiço e aulinhas

Meninas, perdoem-me pelo sumiço.

A minha vidinha anda super-hiper-mega confusa, mas prometo tentar regularizar os posts aqui assim que der tempo.

Enquanto isso não chega, gostaria de compartilhar com vocês a experiência que tive como professora de dança do ventre nestas últimas duas semanas.

Não. Eu não comecei a dar aulas oficialmente. É que, vez ou outra, por motivos de viagem, minha querida amiga Bela Saffe, tem que deixar alguém lhe substituindo nas turmas dela de dança do ventre.

Não foi a primeira vez que assumi aulas dela nessas circunstâncias, mas foi a primeira vez que fiz isso com muita segurança. Das outras, não me achava madura ou pronta para encarar a sala de aula, embora tenha feito tudo bonitinho e conforme manda o figurino.

Acontece que dessa vez, precisei assumir 2 turmas por 2 semanas consecutivas. Além de estar mais segura tecnicamente, tive condições de elaborar planos de aulas decentes – coisa que simplesmente não rolou das outras vezes.

E olha, o resultado foi bem legal!

Como eram duas semanas e haveria uma continuidade, optei por trabalhar com as meninas com uma temática específica: movimentos lentos e sensualidade.

Lógico que a aula serviu pra mim também. Quando optei por esse tema foi porque, primeiro, eu não sabia exatamente o nível da turma e trabalhar a sensualidade independe de nível técnico; segundo porque é algo que eu também estou estudando e fica sempre mais fácil a gente ensinar aquilo que tá na ponta da língua e, terceiro, porque as aulas eram um pouquinho antes do dia dos namorados, então dava pra aproveitar a chance e criar uma surpresinha pro lover.

Gostei muito de ver todas as meninas, cada uma dentro de sua possibilidade corporal, dançando, inserindo os movimentos que estudamos juntas no improviso, expressando uma sensualidade aqui e acolá em cada movimento que faziam.

O feedback delas foi super legal.

A minha irmã, que eu chamei pra fazer as aulas para me avaliar, me disse coisas bem legais da minha condução. Fiquei bem feliz com essa conquista.

Descobri que esse troço de dar aulas de dança é bom pra caramba.

Quem sabe, mais adiante, não surge uma Lory pró?

Beijocas e saudades.

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Sobre lorymoreira

Baiana, blogueira e apaixonada por música e dança árabe!
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14 respostas para Sobre sumiço e aulinhas

  1. Magalosa disse:

    Acabei de ver o vídeo aí ao lado. Muito lindo,viu?

  2. julimoreira disse:

    Sou irmã coruja, mas não achei sua aula boa por causa disso. Parabéns!!!

  3. samara72 disse:

    Legal, Lory, que experiência boa! E que bom que é algo que mexe positivamente contigo.
    Acho que meu destino é ser mesmo “A Última das Veteranas Amadoras”.
    Beijo e bom finde!

    • lorymoreira disse:

      Amiga, tenho pensado muito nessa coisa de amadora x profissional. Tô chegando a conclusão de que isso é uma grande bobagem. Explico: até então tenho assumido um papel público de amadora, mas minha dedicação, empenho e conduta são profissionais. Ou seja, não dá para me definir como uma coisa ou outra porque sou todas elas ao mesmo tempo. Amadora no sentido de quem faz por amor e profissional no sentido de investir o meu melhor, o meu rigor e o meu senso crítico em tudo que faço relacionado à dança.

  4. maíra magno disse:

    lory o magisterio é apaixonante, terrivel, sofrido, mas apaixonante, eu mesma nao faria outra coisa na minha vida, venho de uma familia de 3 gerações de professores que so casam com professores, minha mãe diz que é doença congênita, já esta no DNA

  5. Vivi disse:

    Bem, sala de aula – seja em escola ou estúdio de dança – é, definitivamente a minha praia. Mas não vou me estender nas minhas divagações sobre isso, só te adianto: dar aulas costuma ser uma cachaça!
    Mas, vc já sabe: responsabilidade dobrada.
    (vc acredita se eu disser que já sabia que isso ia acontecer? Pois é, já sabia.):)

    bjk, pró.

  6. maíra magno disse:

    lory sobre o tema amadorismo X profissionalismo
    acho que o único argumento válido sobre o tema é se esta atividade é a sua principal foste de renda. Eu tenho um grupo de amadoras, masq ue como vc alguma delas levam a coisa mais á sério que profissionais, pra mim, realmente o que difere é de onde vem o seu sustento, pq se vc é como eu uma pessoa que vive financeiramente da dança a sua relação com ela muda, certas coisas não são possiveis, tais como enjoar e dar um tempo.

  7. Shaide Halim disse:

    Lory pró! Sou super a favor! Vai com tudo, menina!

  8. maíra magno disse:

    sorte sua nem sonho com isso!
    todo mundo que vive so de dança sonha com outra fonte de renda!

  9. Elaine disse:

    Olha que coisa mais bacana, que bom que foi uma experiência legal!

  10. Luiza (Ex aluna de Jô) disse:

    Oi Lory! Adorei saber dessa sua nova experiência… espero de coração que tome gosto e comece definitivamente a dar aulas… no inicio é assim mesmo ficamos meio inseguras, depois o negócio engata e é pura satisfação (falo isso por experiência própria).
    Muita paz e sucesso para você…
    Olha, estou com saudades!!!!

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