Abrindo o pacote de jujubas

Dum-dum-tak-tá

Voltei a treinar snujs enquanto danço. Fiz até umas aulinhas particulares com Bela pra tentar pegar o jeito.

Não tem sido fácil.

Descobri que snujs não é igual a andar de bicicleta: se você pára de treinar, empena, enferruja, estraga.

Preciso urgentemente de WD.

Crise

Andei fazendo aulinhas particulares de direção e supervisão para melhorar meus solos. Minha orientadora diz que posso arriscar mais na minha dança e isso inclui não fazer 4 tempos de básico egípcio, por exemplo. Ela acha que deveria fazer só 2 e já partir pra outra coisa.

Isso não me agrada muito. Tenho medo de me tornar uma dessas doidas que fazem 100 passos por minuto e se esquecem de sentir a música. Por outro lado, vejo que ela está me colocando um desafio e todo desafio pode trazer coisas boas.

Agora é refletir, testar e resolver se isso me cabe mesmo ou não.

Jazz

Como minha turma de dança do ventre acabou e não tenho bufunfá para pagar aulas particulares com assiduidade, vou fazer umas experimentações no jazz.

Achei uma escola boa, mais ou menos perto de casa.

Pra dizer a verdade, a Paralela cresceu e ninguém ainda teve a idéia de pôr uma escola de dança aqui: oi, empresários de dança dessa minha cidade! Vocês querem ou não ganhar dinheiro?

Bom, o preço dessa tal escola não é nada gostosinho, mas vou lá fazer um teste. Continuo procurando lugares legais + preço bom. Quem tiver idéias, favor compartilhar com essa pobre mortal.

Sábia Shaide

Nosso julgador mais cruel está em cima do palco, e não no público.”

Ô! Eu que o diga!

 

 

 

 

Beijos e boa semana!!

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Sobre lorymoreira

Baiana, blogueira e apaixonada por música e dança árabe!
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8 respostas para Abrindo o pacote de jujubas

  1. Lady Burly disse:

    Jazz? Vai com tudoooooooooooo… é uma delícia!
    E grata pelo “sábia”. Nem tão sábia assim, apenas compartilhando o que detecto em mim e nas colegas bailarinas: afinal de contas, a gente se cobra muito mais do que devia e acaba esquecendo de curtir o momento com encanações desnecessárias. TÕ tentando arduamente me livrar disso… as vezes consigo, mas que não é fácil, não é mesmooooooooooo!

  2. LuArruda disse:

    aulas particulares são tudo de bom, eu sou cada vez mais fã e prefiro pagar por elas do que por workshops lotados. mas enfins, segue firme e desafios foram feitos para serem vencidos! depois conta do jazz? eu voltei a fazer ano passado e adorei… 🙂

  3. Lucy Linck disse:

    Lory querida!
    Bom demais começar o ano com novos desafios!
    Eu ainda estou pensando no que vou aprontar esse ano…
    O que eu queria mesmo era ter mais disciplina para treinos…morro de preguiça!
    Beijos, e boas aventuras no jazz! É lindo!

  4. Denise disse:

    Jazz é tudo de bom, mas eu queria mesmo era uma professora legal pra eu melhorar meu folclóre, Lory… Por aqui é tudo tããão escasso.
    E quanto aos snujs, eita… Eu toco nas aulas pra fazer umas combinações de movimentos do baladi com as minhas alunas. Quero que elas fixem bem a sonoridade…
    Mas tocar e dançar ao mesmo tempo, ai ai… Só por Deus! (risos, risos, risos!)
    Tô na mesma luta!

    Beijo do interiorrr!

  5. Cris disse:

    Lory,

    Reclamonaaaa! rsrsrsr
    Mas dá pra fazer 4 tempos de básico, mas pode arriscar também! Fica legal, fica vivo, e nem de longe alguem vai pensar que vc vai virar uma louca fazendo mil passos por minuto. Isso não lhe pertence. A proposta é sair da zona de conforto um pouquinho e voltar, pelo menos foi o que eu entendi!

  6. lailashadows disse:

    Lorena, amada, snuj é, primordialmente, ouvido. Com quatro tipos de toque na hora certa, o show tá bonito. Fazer frase de ritmo inteira pra bailarina não rende. Só que esses quatro tem que ser impecáveis. Mas vc é porreta e estudiosa e dá conta. Beijoca.

  7. Daiane disse:

    Sobre snujs: uma vez montei uma bateria de snujs com pandeiro na turma e foi muito divertido, depois que todo mundo acerta o ritmo fica bem bonito! Pergunte à Samara! Mas contei com o apoio das meninas que estudam derback para acertar a parte do maksoum. Pra dançar junto não foi moleza, mas como primeira experiência em grupo achei uma delícia! A música era do Upper Egypt se não me engano, uma versão de sirt el hob folclórica e dançamos em trajes ATS. Dá certo, mas sua a camisa!

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